Cupim é a praga que mais gera prejuízo estrutural na Região Serrana. Clima úmido, casas antigas, madeiramento de telhado, forros e assoalhos criam condição ideal para colônias de cupim de solo e de madeira seca — e o dano aparece quando a peça já está comprometida por dentro.
Cupim de madeira seca trabalha dentro da peça: batente, porta, forro, assoalho, mobiliário. Não precisa de contato com o solo e se espalha por revoada.
Cupim de solo (subterrâneo) vem do terreno, sobe por fundação, muro e viga, e é o que mais compromete estrutura. Identificar qual dos dois está no imóvel é a diferença entre resolver e apenas dispersar a colônia.
O técnico define se é cupim de solo ou de madeira seca e mapeia a extensão do ataque. Aplicar o produto errado espalha a colônia.
Perfuração técnica e injeção nos canais internos da peça, com vedação e acabamento. Indicado para forros, portas, batentes, assoalhos e móveis.
Aplicação no solo e nas fundações, formando barreira que impede a colônia de alcançar a estrutura. Em obra, ideal antes do contrapiso.
Registro do que foi encontrado e tratado, com prazo de garantia em contrato e retorno dentro do período.
Se apareceu pó de madeira, caminho de terra na parede ou revoada dentro de casa, a colônia já está ativa e o dano progride mesmo sem sinal visível novo. Produto aplicado por conta na superfície não alcança o interior da peça nem a colônia no solo. Nesse ponto, o correto é inspeção técnica para definir o método antes de qualquer aplicação.